Coluna 1

Velho Sabio

  • "É costume de um tolo, quando erra, queixar-se do outro. É costume do sábio queixar de si mesmo."

    Socrates

  • "O que é velho está morto ainda que o novo não tenha nascido."

    Jules Michelet

  • "Sou velho de mais para censurar, mas suficientemente jovem para agir."

    Johann Goethe

  • "Um pai sábio deixa que os filhos cometam erros."

    Mahatma Gandhi

  • "Feliz serás e sábio terás sido se a morte, quando vier, não te puder tirar senão a vida."

    Francisco Quevedo

  • "O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute."

    Sabedoria Oriental

  • "Tudo o que é verdadeiramente sábio é simples e claro."

    Máximo Gorky

  • "Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência."

    Augusto Cury

  • "Fala como sábio a um ignorante e este te dirá que tens pouco bem senso."

    Eurípedes

  • "O bobo se acha sábio, mas o sábio se acha bobo."

    William Shakespeare

  • "O tempo é o mais sábio dos conselheiros."

    Plutarco

  • "Velho pássaro, este mundo dorme como um menino e se renova cada manhã."

    Thiago de Mello

  • "O homem belo só o é quando o contemplam, mas o homem sábio é belo mesmo quando ninguém o vê."

    Safo

  • "Quando se destrói um velho preconceito, sente-se a necessidade duma nova virtude."

    Madame de Stael

  • "O tempo é um ponto de vista. Velho é quem é um dia mais velho que a gente..."

    Mário Quintana

  • "O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo."

    William Shakespeare

  • "o menino me ensina como um velho sábio o quanto sou menina"

    Alice Ruiz

  • "Não há prazer comparável ao de encontrar um velho amigo, a não ser o de fazer um novo."

    Rudyard Kipling

  • "Ninguém é assim tão velho que não acredite que poderá viver por mais um ano."

    Marcus Cicero

  • "Não há assunto tão velho que não possa ser dito algo de novo sobre ele."

    Fiodor Dostoievski

Coluna 3